quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Hipertexto
Tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC
Rozana de Souza Lima Ferreira
Revolução do Consumismo
Consumismo é o ato de consumir produtos ou serviços desenfreadamente, ou seja, sem controle, sem limites. Há várias discussões a respeito do tema, entre elas o tipo de papel que a propaganda exerce nas pessoas as induzindo ao consumo.
Comentário: A Revolução Tecnológica tem incentivado o consumo exagerado, sem preocupação com os males que podem causar à nossa saúde e a saúde do planeta. Na maioria das vezes as compras são feitas sem necessidade imediata, ou até mesmo sem necessidade alguma, de produtos que talvez nem venha a utilizar. Segundo estudos a propaganda tem um papel induzidor desse consumo desnecessário, sendo este um fruto do capitalismo e um fenômeno da sociedade de agora.
Curso: Tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC.
Rozana de Souza Lima Ferreira
Atividade 1.5 Tema: Experiências e sugestões de aulas
A sugestão de aula que achei mais interessante foi oferecida pela ANA FLÁVIA RIBEIRO SANTANA de Uberlândia/MG. Com o tema: A presença dos migrantes na história do município: semelhanças e diferenças entre o passado e o presente. A aula sugerida pode ser trabalhada junto aos alunos do 6º Ano do Ensino Fundamental.
Vários são os pontos importantes nessa sugestão de aula. Mas me encantei mais pela possibilidade de fazer com que os nossos alunos vejam as diferentes razões que levam os povos a se enveredar para outras regiões em diferentes momentos.
Colocar em prática essa aula com certeza trará um resultado gratificante visto que nossa região recebe hoje um número muito grande de migrantes vindos das mais diferentes regiões do país, mas principalmente das regiões norte e nordeste, que chegam até nossa região em busca de melhores condições de vida visados pelas chances de emprego oferecidos pelas usinas instaladas em nossa região.
Assim, os alunos da região poderão entender o que levou os formadores da nossa cidade a migrarem para cá e o que motiva hoje a continuidade dessa migração. E os alunos que vieram de outras regiões possam conhecer parte da nossa história comparando as diferentes causas que os motivaram e motivam tais migrações. Nesse caso a atividade sugerida nº 3, descrita abaixo, levará à uma comparação do passado e presente, com suas rupturas e continuidades, na formação do município.
Atividade 3 - Análise comparativa do processo de migração do passado (época da formação do município) e do presente.
- Construir, com os alunos, um quadro comparativo entre os migrantes do início da formação do município onde eles estudam e os migrantes da atualidade, registrando diferenças e semelhanças em relação a grupos sociais que migraram, de onde migraram, motivos da migração, dificuldades enfrentadas;
Assim pode se notar que será de grande valia em nossas aulas, como deve ter sido para a autora da sugestão.
Rozana de Souza Lima Ferreira
Atividade 1.5 Tema: Experiências e sugestões de aulas
A sugestão de aula que achei mais interessante foi oferecida pela ANA FLÁVIA RIBEIRO SANTANA de Uberlândia/MG. Com o tema: A presença dos migrantes na história do município: semelhanças e diferenças entre o passado e o presente. A aula sugerida pode ser trabalhada junto aos alunos do 6º Ano do Ensino Fundamental.
Vários são os pontos importantes nessa sugestão de aula. Mas me encantei mais pela possibilidade de fazer com que os nossos alunos vejam as diferentes razões que levam os povos a se enveredar para outras regiões em diferentes momentos.
Colocar em prática essa aula com certeza trará um resultado gratificante visto que nossa região recebe hoje um número muito grande de migrantes vindos das mais diferentes regiões do país, mas principalmente das regiões norte e nordeste, que chegam até nossa região em busca de melhores condições de vida visados pelas chances de emprego oferecidos pelas usinas instaladas em nossa região.
Assim, os alunos da região poderão entender o que levou os formadores da nossa cidade a migrarem para cá e o que motiva hoje a continuidade dessa migração. E os alunos que vieram de outras regiões possam conhecer parte da nossa história comparando as diferentes causas que os motivaram e motivam tais migrações. Nesse caso a atividade sugerida nº 3, descrita abaixo, levará à uma comparação do passado e presente, com suas rupturas e continuidades, na formação do município.
Atividade 3 - Análise comparativa do processo de migração do passado (época da formação do município) e do presente.
- Construir, com os alunos, um quadro comparativo entre os migrantes do início da formação do município onde eles estudam e os migrantes da atualidade, registrando diferenças e semelhanças em relação a grupos sociais que migraram, de onde migraram, motivos da migração, dificuldades enfrentadas;
Assim pode se notar que será de grande valia em nossas aulas, como deve ter sido para a autora da sugestão.
TECNOLOGIAS NA MINHA ESCOLA.
TECNOLOGIAS NA MINHA ESCOLA.
Colégio Estadual Dr. Onério Pereira Vieira
- Aparelho de som.
- Televisão e DVD
- Comunicação em rede (Laboratório de informática)
- Máquina fotográfica e filmadora
A TRANFORMAÇÃO DO MUNDO
Antigamente não havia
Do que se reclamar
A vida era apenas
Caçar e se alimentar.
(...)
A natureza muda
Muda constantemente
Diga-me você
O futuro dessa gente.
(...)
Acredito que só há
Uma solução
Se um dia todos viventes
Darem as mãos.
Antigamente não havia
Do que se reclamar
A vida era apenas
Caçar e se alimentar.
(...)
A natureza muda
Muda constantemente
Diga-me você
O futuro dessa gente.
(...)
Acredito que só há
Uma solução
Se um dia todos viventes
Darem as mãos.
Tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC
Rozana de Souza Lima Ferreira
Colégio Dr. Onério Pereira Vieira
Quem sou eu como professora e aprendiz
Como professora procuro sempre levantar questões que visam despertar o lado crítico do aluno, fazendo com ele sinta inserido no contexto e dando oportunidade para a participação de todos. Como aprendiz procuro olhar sempre, tudo, de forma bastante crítica.
Há uma busca constante para a interatividade entre os alunos e professora. Essa interatividade é feita de diversas formas, como questionamento para o levantamento do conhecimento prévio e a divisão desse conhecimento com os demais colegas de sala. Assim posso ouvir suas idéias e aproveitar o conhecimento já adquirido em anos anteriores ou no dia-a-dia do aluno, nessas situações, muitas vezes, até aprendemos com quem deveríamos estar só ensinando. O que é bem vindo e prazeroso.
Por mais que estudamos e acreditamos saber tudo, tem sempre alguém que, no mínimo, em um ponto sabe mais que nós, por isso a convivência e a interatividade é sempre muito importante para assimilarmos parte do conhecimento de outras pessoas, como os colegas, por exemplo. Quem de nós nunca aproveitou uma tática de outro professor que deu certo?
Em salas heterogenias, como as que atuamos hoje, é fundamental que haja mudanças constantes, até mesmo quando acreditamos estar atingindo nosso objetivos, pois nem sempre as nossas propostas atingem a todos com a mesma facilidade. Assim, observamos que as mudanças são necessárias para uma melhor aprendizagem.
As vezes temos receio de mudarmos atitudes e comportamentos, até mesmo, porque acreditamos que tem dado certo, e também é bem mais cômodo. E assim continuamos na mesmice. Mesmice essa que nos impede de promovermos grandes mudanças positivas em nossas vidas e na vida daqueles que depositam em nós a confiança da aprendizagem.
Então sempre que percebo que a minha forma de ensinar não tem sua finalidade atingida, busco mudanças e parcerias com os alunos e colegas. Mas nem sempre é confortável descobrir que nossa forma de ensinar e aprender não é a certa ou adequada. Afinal, estamos habituados com o “ensinar” do nosso jeito e o novo, por mais que necessário, ainda nos assustam.
Rozana de Souza Lima Ferreira
Colégio Dr. Onério Pereira Vieira
Quem sou eu como professora e aprendiz
Como professora procuro sempre levantar questões que visam despertar o lado crítico do aluno, fazendo com ele sinta inserido no contexto e dando oportunidade para a participação de todos. Como aprendiz procuro olhar sempre, tudo, de forma bastante crítica.
Há uma busca constante para a interatividade entre os alunos e professora. Essa interatividade é feita de diversas formas, como questionamento para o levantamento do conhecimento prévio e a divisão desse conhecimento com os demais colegas de sala. Assim posso ouvir suas idéias e aproveitar o conhecimento já adquirido em anos anteriores ou no dia-a-dia do aluno, nessas situações, muitas vezes, até aprendemos com quem deveríamos estar só ensinando. O que é bem vindo e prazeroso.
Por mais que estudamos e acreditamos saber tudo, tem sempre alguém que, no mínimo, em um ponto sabe mais que nós, por isso a convivência e a interatividade é sempre muito importante para assimilarmos parte do conhecimento de outras pessoas, como os colegas, por exemplo. Quem de nós nunca aproveitou uma tática de outro professor que deu certo?
Em salas heterogenias, como as que atuamos hoje, é fundamental que haja mudanças constantes, até mesmo quando acreditamos estar atingindo nosso objetivos, pois nem sempre as nossas propostas atingem a todos com a mesma facilidade. Assim, observamos que as mudanças são necessárias para uma melhor aprendizagem.
As vezes temos receio de mudarmos atitudes e comportamentos, até mesmo, porque acreditamos que tem dado certo, e também é bem mais cômodo. E assim continuamos na mesmice. Mesmice essa que nos impede de promovermos grandes mudanças positivas em nossas vidas e na vida daqueles que depositam em nós a confiança da aprendizagem.
Então sempre que percebo que a minha forma de ensinar não tem sua finalidade atingida, busco mudanças e parcerias com os alunos e colegas. Mas nem sempre é confortável descobrir que nossa forma de ensinar e aprender não é a certa ou adequada. Afinal, estamos habituados com o “ensinar” do nosso jeito e o novo, por mais que necessário, ainda nos assustam.
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