Reflexão sobre vídeo
Tecnologias na Educação:
Ensinando e aprendendo com as TIC
Rozana de Souza Lima Ferreira
O documentário Ilha das Flores do Diretor Jorge Furtado é um riquíssimo trabalho que nos faz refletir sobre a desigualdades sociais que existiram e persistem em existir em todos os cantos do Brasil, porém mais acentuado em grandes cidades e o pior de tudo sem grandes perspectivas de mudanças positivas.
Pode ser utilizado tanto no Ensino Fundamental anos inciais e finais como em todos os anos do Ensino Médio.
Nesse momento, quando o assunto consumo e consumismo está em alta entre os adolescentes, utilizaria no Nono ano do Ensino Fundamental, em História, e em todo o Ensino Médio, em Sociologia. Para fazer uma reflexão sobre o nosso comportamento consumista, hoje tão disseminado em nosso meio. Os nossos jovens trocam de telefone como se trocasse de roupa. Troca só porque o colega trocou, sem pensar nos problemas ambientais que ele está ajudando a piorar. Não pensa nas pessoas, uma maioria desprivilegiada, que não tem nem o que comer.
Poderia ser trabalhado junto aos alunos poesia o Bicho de Manuel Bandeira. O poema fala que há um animal comendo lixo, e para surpresa é o bicho homem, ler o poema para com os alunos e depois passar o Ilha das Flores é uma forma de sensibilizar para a questão da fome.
quarta-feira, 17 de novembro de 2010
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
Hipertexto criado pelos alunos
Colégio Dr. Onério: Reforma em ação
Há muitos anos a família Dr. Onério espera por uma reforma, mas nunca chegava esse momento. Nesse ano de 2010 a tão sonhada reforma tornou-se realidade.
Em junho de 2009 o colégio foi interditado pelo Ministério Público, devido a varias infiltrações e o risco de desabamento do teto, de algumas paredes e curto circuito nas precárias instalações. Os banheiros estavam impossibilitados de uso e algumas salas de aulas não era possível ministrar aulas, os alunos estudavam no pátio. Devido à interdição, o colégio ficou sem prédio para funcionar, sendo dividido em quatro lugares, a secretaria do colégio passou a funcionar na sede da Subsecretaria de Quirinópolis, o turno noturno passou a funcionar na Escola municipal Canaã, o matutino e o vespertino foram divididos entre o parque de exposições agropecuário e a UEG. Passamos por muitas dificuldades.
Foi uma surpresa muito agradável quando no dia 1° de Abril o mestre de obras chegou até o prédio da Antiga UEG, local onde está funcionando o Colégio Dr. Onério procurando pela diretora do Colégio, a alegria foi geral. A partir dessa data inicia-se a reforma e ampliação do Colégio Dr. Onério Pereira Vieira, data essa que ficará marcada para sempre na memória de todos os funcionários.
Todas as salas de aula estão sendo reformadas, quadros novos, janelas amplas, paredes rebocadas e pintadas, pisos novos e telhado todo trocado.
Foram feitas algumas trocas de salas, a antiga secretaria e a sala dos professores transformaram-se numa ampla biblioteca. A diretoria tornou-se uma sala de recursos. O pátio coberto e a antiga cantina virou-se uma enorme sala dos professores com cômodo para computadores e banheiros masculino e feminino. A antiga biblioteca será uma sala de música e a sala da Banda Musical Vila Lobos.
Além da reforma o Colégio está sendo ampliado.
O maior sonho dos funcionários e alunos era ter uma quadra coberta para a prática de esportes e esse sonho está tornando realidade.
A ampliação consta de um bloco administrativo com secretaria, almoxarifado, diretoria, depósito, banheiros, mecanografia e amplos corredores. Um bloco de laboratórios com laboratórios de Línguas, Informática e Ciências com horta medicinal. Também é composta por uma quadra coberta, vestiário, ampla cozinha e refeitório coberto. Além de várias passarelas, pátios calçados e gramados e acima de tudo com acessibilidade.
Parabéns a todos os funcionários, colaboradores, governantes que de uma forma ou de outra contribuiu para que o sonho de muitos anos, que já estava um pouco desiludido, mas não esquecido, tornasse realidade. Obrigado!
Somos brasileiros e não desistimos nunca.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Hipertexto
Tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC
Rozana de Souza Lima Ferreira
Revolução do Consumismo
Consumismo é o ato de consumir produtos ou serviços desenfreadamente, ou seja, sem controle, sem limites. Há várias discussões a respeito do tema, entre elas o tipo de papel que a propaganda exerce nas pessoas as induzindo ao consumo.
Comentário: A Revolução Tecnológica tem incentivado o consumo exagerado, sem preocupação com os males que podem causar à nossa saúde e a saúde do planeta. Na maioria das vezes as compras são feitas sem necessidade imediata, ou até mesmo sem necessidade alguma, de produtos que talvez nem venha a utilizar. Segundo estudos a propaganda tem um papel induzidor desse consumo desnecessário, sendo este um fruto do capitalismo e um fenômeno da sociedade de agora.
Curso: Tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC.
Rozana de Souza Lima Ferreira
Atividade 1.5 Tema: Experiências e sugestões de aulas
A sugestão de aula que achei mais interessante foi oferecida pela ANA FLÁVIA RIBEIRO SANTANA de Uberlândia/MG. Com o tema: A presença dos migrantes na história do município: semelhanças e diferenças entre o passado e o presente. A aula sugerida pode ser trabalhada junto aos alunos do 6º Ano do Ensino Fundamental.
Vários são os pontos importantes nessa sugestão de aula. Mas me encantei mais pela possibilidade de fazer com que os nossos alunos vejam as diferentes razões que levam os povos a se enveredar para outras regiões em diferentes momentos.
Colocar em prática essa aula com certeza trará um resultado gratificante visto que nossa região recebe hoje um número muito grande de migrantes vindos das mais diferentes regiões do país, mas principalmente das regiões norte e nordeste, que chegam até nossa região em busca de melhores condições de vida visados pelas chances de emprego oferecidos pelas usinas instaladas em nossa região.
Assim, os alunos da região poderão entender o que levou os formadores da nossa cidade a migrarem para cá e o que motiva hoje a continuidade dessa migração. E os alunos que vieram de outras regiões possam conhecer parte da nossa história comparando as diferentes causas que os motivaram e motivam tais migrações. Nesse caso a atividade sugerida nº 3, descrita abaixo, levará à uma comparação do passado e presente, com suas rupturas e continuidades, na formação do município.
Atividade 3 - Análise comparativa do processo de migração do passado (época da formação do município) e do presente.
- Construir, com os alunos, um quadro comparativo entre os migrantes do início da formação do município onde eles estudam e os migrantes da atualidade, registrando diferenças e semelhanças em relação a grupos sociais que migraram, de onde migraram, motivos da migração, dificuldades enfrentadas;
Assim pode se notar que será de grande valia em nossas aulas, como deve ter sido para a autora da sugestão.
Rozana de Souza Lima Ferreira
Atividade 1.5 Tema: Experiências e sugestões de aulas
A sugestão de aula que achei mais interessante foi oferecida pela ANA FLÁVIA RIBEIRO SANTANA de Uberlândia/MG. Com o tema: A presença dos migrantes na história do município: semelhanças e diferenças entre o passado e o presente. A aula sugerida pode ser trabalhada junto aos alunos do 6º Ano do Ensino Fundamental.
Vários são os pontos importantes nessa sugestão de aula. Mas me encantei mais pela possibilidade de fazer com que os nossos alunos vejam as diferentes razões que levam os povos a se enveredar para outras regiões em diferentes momentos.
Colocar em prática essa aula com certeza trará um resultado gratificante visto que nossa região recebe hoje um número muito grande de migrantes vindos das mais diferentes regiões do país, mas principalmente das regiões norte e nordeste, que chegam até nossa região em busca de melhores condições de vida visados pelas chances de emprego oferecidos pelas usinas instaladas em nossa região.
Assim, os alunos da região poderão entender o que levou os formadores da nossa cidade a migrarem para cá e o que motiva hoje a continuidade dessa migração. E os alunos que vieram de outras regiões possam conhecer parte da nossa história comparando as diferentes causas que os motivaram e motivam tais migrações. Nesse caso a atividade sugerida nº 3, descrita abaixo, levará à uma comparação do passado e presente, com suas rupturas e continuidades, na formação do município.
Atividade 3 - Análise comparativa do processo de migração do passado (época da formação do município) e do presente.
- Construir, com os alunos, um quadro comparativo entre os migrantes do início da formação do município onde eles estudam e os migrantes da atualidade, registrando diferenças e semelhanças em relação a grupos sociais que migraram, de onde migraram, motivos da migração, dificuldades enfrentadas;
Assim pode se notar que será de grande valia em nossas aulas, como deve ter sido para a autora da sugestão.
TECNOLOGIAS NA MINHA ESCOLA.
TECNOLOGIAS NA MINHA ESCOLA.
Colégio Estadual Dr. Onério Pereira Vieira
- Aparelho de som.
- Televisão e DVD
- Comunicação em rede (Laboratório de informática)
- Máquina fotográfica e filmadora
A TRANFORMAÇÃO DO MUNDO
Antigamente não havia
Do que se reclamar
A vida era apenas
Caçar e se alimentar.
(...)
A natureza muda
Muda constantemente
Diga-me você
O futuro dessa gente.
(...)
Acredito que só há
Uma solução
Se um dia todos viventes
Darem as mãos.
Antigamente não havia
Do que se reclamar
A vida era apenas
Caçar e se alimentar.
(...)
A natureza muda
Muda constantemente
Diga-me você
O futuro dessa gente.
(...)
Acredito que só há
Uma solução
Se um dia todos viventes
Darem as mãos.
Tecnologias na Educação: ensinando e aprendendo com as TIC
Rozana de Souza Lima Ferreira
Colégio Dr. Onério Pereira Vieira
Quem sou eu como professora e aprendiz
Como professora procuro sempre levantar questões que visam despertar o lado crítico do aluno, fazendo com ele sinta inserido no contexto e dando oportunidade para a participação de todos. Como aprendiz procuro olhar sempre, tudo, de forma bastante crítica.
Há uma busca constante para a interatividade entre os alunos e professora. Essa interatividade é feita de diversas formas, como questionamento para o levantamento do conhecimento prévio e a divisão desse conhecimento com os demais colegas de sala. Assim posso ouvir suas idéias e aproveitar o conhecimento já adquirido em anos anteriores ou no dia-a-dia do aluno, nessas situações, muitas vezes, até aprendemos com quem deveríamos estar só ensinando. O que é bem vindo e prazeroso.
Por mais que estudamos e acreditamos saber tudo, tem sempre alguém que, no mínimo, em um ponto sabe mais que nós, por isso a convivência e a interatividade é sempre muito importante para assimilarmos parte do conhecimento de outras pessoas, como os colegas, por exemplo. Quem de nós nunca aproveitou uma tática de outro professor que deu certo?
Em salas heterogenias, como as que atuamos hoje, é fundamental que haja mudanças constantes, até mesmo quando acreditamos estar atingindo nosso objetivos, pois nem sempre as nossas propostas atingem a todos com a mesma facilidade. Assim, observamos que as mudanças são necessárias para uma melhor aprendizagem.
As vezes temos receio de mudarmos atitudes e comportamentos, até mesmo, porque acreditamos que tem dado certo, e também é bem mais cômodo. E assim continuamos na mesmice. Mesmice essa que nos impede de promovermos grandes mudanças positivas em nossas vidas e na vida daqueles que depositam em nós a confiança da aprendizagem.
Então sempre que percebo que a minha forma de ensinar não tem sua finalidade atingida, busco mudanças e parcerias com os alunos e colegas. Mas nem sempre é confortável descobrir que nossa forma de ensinar e aprender não é a certa ou adequada. Afinal, estamos habituados com o “ensinar” do nosso jeito e o novo, por mais que necessário, ainda nos assustam.
Rozana de Souza Lima Ferreira
Colégio Dr. Onério Pereira Vieira
Quem sou eu como professora e aprendiz
Como professora procuro sempre levantar questões que visam despertar o lado crítico do aluno, fazendo com ele sinta inserido no contexto e dando oportunidade para a participação de todos. Como aprendiz procuro olhar sempre, tudo, de forma bastante crítica.
Há uma busca constante para a interatividade entre os alunos e professora. Essa interatividade é feita de diversas formas, como questionamento para o levantamento do conhecimento prévio e a divisão desse conhecimento com os demais colegas de sala. Assim posso ouvir suas idéias e aproveitar o conhecimento já adquirido em anos anteriores ou no dia-a-dia do aluno, nessas situações, muitas vezes, até aprendemos com quem deveríamos estar só ensinando. O que é bem vindo e prazeroso.
Por mais que estudamos e acreditamos saber tudo, tem sempre alguém que, no mínimo, em um ponto sabe mais que nós, por isso a convivência e a interatividade é sempre muito importante para assimilarmos parte do conhecimento de outras pessoas, como os colegas, por exemplo. Quem de nós nunca aproveitou uma tática de outro professor que deu certo?
Em salas heterogenias, como as que atuamos hoje, é fundamental que haja mudanças constantes, até mesmo quando acreditamos estar atingindo nosso objetivos, pois nem sempre as nossas propostas atingem a todos com a mesma facilidade. Assim, observamos que as mudanças são necessárias para uma melhor aprendizagem.
As vezes temos receio de mudarmos atitudes e comportamentos, até mesmo, porque acreditamos que tem dado certo, e também é bem mais cômodo. E assim continuamos na mesmice. Mesmice essa que nos impede de promovermos grandes mudanças positivas em nossas vidas e na vida daqueles que depositam em nós a confiança da aprendizagem.
Então sempre que percebo que a minha forma de ensinar não tem sua finalidade atingida, busco mudanças e parcerias com os alunos e colegas. Mas nem sempre é confortável descobrir que nossa forma de ensinar e aprender não é a certa ou adequada. Afinal, estamos habituados com o “ensinar” do nosso jeito e o novo, por mais que necessário, ainda nos assustam.
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